quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O que é um Pedagogo e qual a sua função na escola


Primeiro vamos definir Pedagogia 



        Pedagogia é uma ciência ou disciplina do ensino que começou a se desenvolver no século XIX. A pedagogia estuda diversos temas relacionados à educação, tanto no aspecto teórico quanto no prático. 
       A pedagogia tem como objetivo principal a melhoria no processo de aprendizagem dos indivíduos, através da reflexão, sistematização e produção de conhecimentos. Como ciência social, a pedagogia esta conectada com os aspectos da sociedade e também com as normas educacionais do país.
        O pedagogo é o profissional formado para atuar na área pedagógica. Porém, todos aqueles que atuam no processo educativos (professores, pais, monitores, orientadores, psicólogos, etc) também devem conhecer os princípios básicos de pedagogia.
      O pedagogo, profissional especialista em educação, compõe o quadro de pessoal nas instituições de ensino.   Esse profissional não condiz as crianças, mas sim para pessoal para uma transformação  de comportamento em direção à formação de uma personalidade humana mais equilibrada.  O Pedagogo é aquele que ensina, que sabe utilizar a pedagogia, que utiliza a criatividade e competência para a resolução dos problemas cotidiano, é o profissional capaz de propagar seus conhecimentos no âmbito Educacional.

                            Celma Lopes

A Importância da Arteterapia Coligada a Pedagogia em uma Equipe Multidisciplinar- Parte I


               "Paciência e perseverança têm o efeito mágico de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem." (John Quincy Adams)


           “Meu filho não aprende. O professor não ensina direito. Aquele aluno é preguiçoso e não gosta de estudar Ele não quer nada”. Essas são frases que mais são atribuídas ao não aprendizado da criança.
              Segundo Jean Piaget, "Nasceu gente, é inteligente."
            Na atual sociedade, a família passa a ter padrões diferentes, compondo diferentes núcleos familiares. A  necessidade da mulher ( mãe) de integrar-se cargos, fora do seu âmbito familiar, reflete na formação de seus filhos. O tempo passa a ser curto e compromete a qualidade do convívio com os filhos. A qualidade  do tempo passa a ser a lei da “compensação”,  suprindo a base afetiva, e desenvolvendo carências que poderá refletir nos primeiros anos escolares da criança.  
            A escola, por sua vez, deve ver a função educativa de forma extensa. Ela passa a somente ter a função pedagógica, mas também ética e política.  Então, uma escola com uma  equipe multidisciplinar, vai investigar o motivo dessas queixas.
        A criança é naturalmente curiosa e tem muita ansiedade para aprender, começa a fazer símbolos imitando grafias ( escritas),  “lê” livros de história a partir dos desenhos.  Então, afirmar que o aluno é “preguiçoso” necessita ter suas causas investigadas.
            Diante de dificuldades de aprendizagem, o professor junto com o Pedagogi deve investigar o que impede a compreensão do conteúdo. Esse é um dos desafios de quem educa: descobrir maneiras diferentes de ensinar a mesma coisa, já que os estudantes têm ritmos e históricos variados. Também é papel do educador se questionar sobre a abordagem do conteúdo. Ela despertou curiosidade? O indivíduo encontrou utilidade no que foi apresentado? É com base nessas indagações (e nas respostas) que o professor deve pensar como expor o tema, que atividades propor e como avaliar. Ainda assim, todos têm o direito de perguntar o que não entenderam quantas vezes quiserem, sem medo de ser rotulados, ameaçados ou castigados. Os alunos precisam acreditar que o educador gosta de ensinar e, mais do que isso, saber que ele está cumprindo sua função. Nas séries iniciais, é comum (e normalíssimo) encontrar crianças com dificuldades de aprendizado. Classificar tais dificuldades como dislexia, por exemplo, não representa o melhor caminho. Também é fácil ver estudantes mais aptos para algumas disciplinas, mas nem por isso é correto classificá-los como incapazes em relação a outros. Todos podem desenvolver suas capacidades intelectuais e cognitivas. É a ação do professor junto ao Pedagogo que fazem a diferença.

                                                                               Celma Lopes

A IMPORTÂNCIA DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

E agora minha gente, uma história eu vou contar...




Contar histórias encanta, seduz e emociona a todos os envolvidos. De um lado o contador, que vai revelando os segredos a cada página. Do outro, o ouvinte que vai se apaixonando pela história, por um personagem e assim se emocionando com cada ponto da história. 
Não há dúvidas que contar histórias desenvolve o imaginário, a criatividade, o gosto pela leitura. Mas, não é só isso... Sim, não é só isso não! Contar e ouvir historias favorece os laços afetivos - com o contador, com o livro, com a leitura e com o grupo ouvinte. Contar histórias é um ponto de partida para muitas coisas. Ah sim! Muitas coisas. Todas que a percepção pedagógica alcançar. 


Contar histórias é tão antigo como o vovô e como a vovó, que ouviam histórias e que mais tarde contavam para seus filhos e estes hoje já não contam mais... Que pena! Contar histórias não requer títulos, diplomas. Basta estar apaixonado pelo livro, gostar de leitura. Com estes simples ingredientes, obtem-se a arte para contar histórias.